I &D | 2 5 a n o s d e E s t a t í s t i c a s o f i c i a i s em P o r t u g a l P á g . | 2 6 0 IPCTN 2018 Na inquirição relativa ao ano 2018, foi retirada a questão sobre o desenvolvimento de projetos de I&D em cooperação com outras instituições. Esta questão, tinha como objetivo a identificação de unidades potencialmente executoras de I&D, mas verificou-se que esta informação não constituía uma fonte relevante para a atualização do diretório de inquirição de I&D. No setor Instituições foi retomada a recolha de dados relativa a atividades de I&D em biotecnologia, que recolhe dados sobre as técnicas, áreas de aplicação e percentagem de despesa em I&D em nesta área em particular. Esta alteração deveu-se ao facto do reporte nacional e internacional desta informação voltar a ser relevante, nomeadamente pela necessidade de reporte à OCDE de dados estatísticos de biotecnologia, para alimentação do Scoreboard de Indicadores-chave de biotecnologia. Com o objetivo de melhorar a identificação dos investigadores no sistema, foram realizadas alterações na Ficha Individual, designadamente, passando a recolher-se o tipo de identificação, associado ao Número de identificação do indivíduo e também passou a ser recolhido o código Ciência ID (identificador individual e permanente para os cidadãos que desenvolvem atividade científica). Com a implementação em 2017 do Inquérito ao Emprego no Ensino Superior Público (IEESP)36 - anterior inquérito REBIDES/Indez - foram criadas as condições tecnológicas que permitem agregar, numa única plataforma, a recolha das informações necessárias aos inquéritos nacionais sobre os recursos humanos (pessoal docente, investigador e pessoal não docente e não investigador) de todas as Instituições de Ensino Superior públicas. Importa ainda referir que a recolha de dados no âmbito do REBIDES se manteve, mas apenas para as Instituições de Ensino Superior privadas, mas apenas até ao ano de 2018. No âmbito do setor Instituições, os 36 Alteração realizada no âmbito da medida #135 do Simplex+2016, denominada «Informação uma só vez no Ensino Superior», da responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, visou eliminar a redundância de pedidos de dados às Instituições de Ensino Superior e consequente proliferação de declarações estatísticas para a mesma informação.
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